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Laboratório-Escola Luiz Capelo

Nos anos 80, o Prof. Luiz Capelo desenvolveu experimentos que revelaram um novo papel funcional do TGI, o de contribuir para a homeostase volêmica mediante ajustes no comportamento motor. No caso, o estômago e o jejuno funcionam como reservatórios ajustáveis às demandas orgânicas por volume, cabendo mais na sangria e menos na hipervolemia. Já sob a supervisão do Prof. Hélio Rola, pesquisador II do CNPq, verificou-se ser o próprio regime do trânsito GI também ajustável, pois o fluxo gastroduodenal de líquido é maior na sangria e menor na hipervolemia. Atualmente, sob a supervisão do Prof. Armênio Santos, pesquisador II do CNPq, passou-se a estudar esses aspectos da motilidade GI em seres humanos no Hospital Universitário da UFC. Além disso, tem sido caracterizado os efeitos do trauma medular sobre a motilidade das porções proximais do TGI de ratos acordados bem como os efeitos da hipertensão intracraniana em ratos anestesiados sobre a complacência gástrica, monitorada pelo método pletismográfico, validado no próprio Laboratório.

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Fonte: INCT-IBISAB - Instituto de Biomedicina do Semi-Árido Brasileiro